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Parece que o ano começou ontem, mas março já acabou! Desde janeiro deste ano no Sinsesp vemos um sobe e desce de pessoas, um entra e sai de salas, os telefones que tocam constantemente. É a vida ativa.
Programação de reuniões, encontros, contatos, pesquisas, troca de ideias e o começo de um projeto, uma ideia virtual que é vista na tela do computador, projetada numa folha de papel, riscada e rabiscada, calculada com todas as somas, subtrações, divisões e multiplicações possíveis e imagináveis, até o momento em que se configura em um evento, palestra, fórum, assembleia. Por falar em assembleia, em 26 de fevereiro na UNIFAI, tivemos a participação ativa da platéia constituída por profissionais do secretariado. Várias e diversas foram as sugestões relativas à pauta de reivindicações, discutidas, explicadas e acatadas pela mesa composta pela presidência do Sindicato, diretor administrativo e o advogado trabalhista. Gratificante perceber a interação e amadurecimento da classe!
O profissional de secretariado em sua maioria é formado por mulheres, e no mês de março foram várias as homenagens a MULHER. A história conta que 130 operárias, em 1857, morreram carbonizadas em uma fábrica porque reivindicavam igualdade de salário para o desempenho de função igual a dos homens e principalmente um tratamento digno. Essas mortes abriram espaço para reflexão do papel feminino na sociedade global. Somente em 1910, em conferência na Dinamarca é que foi instituído o Dia Internacional da Mulher. O MUNDO comemorou o centenário deste dia, o ator Daniel Craig (último James Bond do seriado 007) vestiu-se de mulher e apareceu em um vídeo que trata da desigualdade entre homens e mulheres, para chocar e favorecer a polêmica feminina existente.
Há um ditado popular no oriente que diz que o lugar de mulher é em casa ou na sepultura. Ainda hoje, na Índia, as mulheres se casam através da imposição dos pais, antes mesmo de completarem 18 anos de idade. Mas, no Ocidente além da exploração da beleza, que muitas vezes caminha para a prostituição, ainda há a violência contra a mulher, que possui uma sensibilidade materna nata, confundida com fraqueza. É exatamente aí que a mulher precisa se autoconhecer e reconhecer sua força para romper com as barreiras preconceituosas, superando assim os desafios.
O SINSESP parabeniza a MULHER pelo importante papel que representa na natureza e sociedades mundiais, reconhecida nesse centenário de festividades globais ao DIA INTERNACIONAL DA MULHER.
Dircélia Merlin dos Santos Diretora de Comunicação e Marketing Institucional .
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