top of hosting header

website hosting main area top

Revista Científica de
Gestão e Secretariado

Novos artigos publicados.
Acesse e leia!

icon_facebookAcompanhe o Sinsesp
pelo Facebook

Quem está online

Nós temos 1117 visitantes online

insight


Vinte anos de regulamentação do secretariado

26 de Setembro de 2005

Jornal de Brasília

Profissionais estão se aperfeiçoando cada vez mais e exigem que o diploma seja respeitado

Quando alguém diz "secretária", em geral nos vem à mente a imagem de uma mulher discreta e elegante em um tailleur, uma expressão neutra e eficiente no rosto, anotando alguma coisa e falando ao telefone. A figura descrita acima ainda pode ser encontrada em alguns escritórios, mas não se engane: o perfil das secretárias está mudando, e elas não são mais seres sem liderança e sem opinião, cujas funções se restringem às tarefas automáticas de intermediação de ligações e do cafezinho.

No próximo 30 de setembro, Dia da Secretária, a profissão completa 20 anos de regulamentação no Brasil e em grande estilo: com curso superior de Secretariado Executivo. O curso prepara profissionais da área para tornarem-se cada vez mais assessores e gestores, e não mais peças secundárias no funcionamento da empresa. Outro ponto positivo é o ingresso de homens nesse mercado de trabalho antes eminentemente feminino. Há, ainda, a proposta da criação de um Conselho Nacional para a profissão, à semelhança dos conselhos de Medicina e Direito, que só permita a contratação para o cargo de secretário ou secretária pessoas com formação técnica ou superior na área.

leiA categoria já tem como órgão regulador a Federação Nacional dos Secretários e Secretárias (Fenassec), que congrega os sindicatos de profissionais de secretariado de todos os estados. Mas a Fenassec não tem poderes de fiscalização de contratação de profissionais. A regulamentação da profissão, de 1985, diz o seguinte: quem se forma em secretariado técnico ou executivo deve registrar-se na Delegacia Regional do Trabalho (DRT, atual Superintendência Regional do Trabalho e Emprego - SRTE) mais próxima como secretário ou secretária.

Quem, antes de 85, já exercia a profissão há pelo menos três anos ou mais, não precisou fazer curso para ser reconhecido como secretário. Foi necessário comprovar a experiência e cadastrar-se nas DRTs. A legislação recomenda às empresas que só contratem, para secretariado, profissionais com curso técnico ou superior. Não foi designado, no entanto, nenhum órgão para fazer a fiscalização.

A Fenassec pede a todos os formados em curso técnico e superior que se registrem nas DRTs tão logo tenham o diploma em mãos. "Claro que existem os que exercem sem ter nenhuma formação, mas têm muita gente que se forma e não vai até a DRT fazer o registro. A categoria precisa se unir", diz Maria do Carmo Assis, diretora da Fenassec em São Paulo. Ela informa que, atualmente, estima-se que existam 1,8 milhões de indivíduos exercendo a profissão de secretário no Brasil. Destes, somente 100 mil são registrados nas DRTs.

No Distrito Federal, o quadro da profissão não é diferente. Segundo Normélia Alves Nogueira, 50 anos, presidente do Sindicato dos Secretários e das Secretárias do DF (SISDF), existem cerca de 20 mil pessoas exercendo funções de secretariado em Brasília e nas cidades satélites, dos quais apenas 3 mil são registrados.

 

 
<< Voltar >>


Todos os direitos reservados © 2012 SINSESP - Sindicato das Secretárias do Estado de São Paulo
R. Tupi, 118 - Pacaembu - São Paulo - SP - 01233-001 - Tel.: (11) 3662-0241 - Fax: (11) 3666-6315 - sinsesp@sinsesp.com.br
Este site não é compativel com Internet Explorer 6
Design by Web2a Studio!